... E mesmo agora ainda não sei o que vi, só que para sempre e em um segundo eu vi - assim eu nos entendi, e nunca saberei o que entendi.
Nunca saberei o que entendo.
O que quer que eu tenha entendido no parque foi, com um choque de doçura, entendido pela minha ignorância.
Ignorância que ali em pé - numa solidão sem dor, não menor que a das árvores - eu recuperava inteira, a ignorância e a sua verdade incompreensível.
(...)
Tudo o que em mim não prestava, era o meu tesouro.
Livro: Felicidade Clandestina.
Usamos máscaras para esconder a verdade
ResponderExcluirAbraço